abundância

Asteya – o terceiro dos cinco yamas

O paradoxo da prática de asteya é que quando nos relacionamos com o mundo sob o ponto de vista da abundância em vez de carência, começamos a sentir que os outros são mais generosos connosco e que a vida também o é. Exercitar asteya não é simplesmente não roubar ou não cobiçar o que é do outro, mas principalmente compreender porque desejamos o que desejamos. Quando nos damos conta que o que desejamos não é assim tão importante e que já somos tudo o que procuramos o desejo pelos bens ou pelo outro enfraquece.

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És consciente?

Ser consciente dá muito trabalho e muita dor também. É um processo, nunca nos tornamos absolutamente conscientes, vamos tendo momentos. É uma luta interna, em busca da nossa verdadeira essência. É passarmos a fazer escolhas baseadas na nossa essência, no nosso verdadeiro eu. Então nunca haverá uma fórmula mágica, ou uma lista de coisas a fazer ou decisões a tomar. É pessoal e intransmissível.